Conhecimento Popular

Letramento midiático e Educação do Campo

Recentemente, por conta da participação na disciplina de História e Filosofia das Ciências (1) que estou cursando, tive contato com essa área do conhecimento, que em inglês usa a sigla MLE — media literacy education. Além dessa do título, outra tradução poderia ser Educação em Literacia Midiática, já que "letramento" e "literacia" são tidos como sinônimas para o dicionário Houaiss. Mas conversando com Rodrigo Botelho, professor da área na Universidade Federal do Paraná, as palavras "alfabetização" (outra possível tradução para literacy) e até mesmo "letramento" passam a ideia de que seria uma prática educativa partindo do "zero", quando, no entanto, todos nós já temos uma longa estrada no tema. Afinal, são horas e horas gastas entre filmes, séries, tv, facebook, livros, youtube, novelas... (mais…)

Por Marcelo Vaz Pupo, atrás
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Oficina de vídeo na COOPERACRA

Planos e enquadramentos, luz e visão de mundo, ângulos e colheita de morangos orgânicos. No dia 30 de outubro, uma quinta-feira ensolarada, iniciamos uma série de oficinas que serão realizadas na sede da Cooperativa de Agricultura Familiar e Agroecológica de Americana — Cooperacra. Até agora três oficinas foram realizadas e mais 7 estão previstas para os meses de novembro a fevereiro 2015. (mais…)

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Uma resenha sobre agrofloresta

Como parte dos trabalhos que fazemos no curso "Residência Agrária", fiz uma resenha pra disciplina de Agroecologia. O texto resenhado é na verdade uma dissertação de mestrado defendida na Universidade Federal de São Carlos, no programa de Agroecologia que lá existe, já faz uns bons anos. Como o tema dessa dissertação é bem interessante, resolvi postar aqui a resenha, pois ela relaciona a produção de conhecimento em agroecologia a partir da implantação dos chamados Sistemas Agroflorestais. (mais…)

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Aula de economia

Por Maíra Taquiguthi Ribeiro Há alguns anos, Paulo contou um causo seu. Ele, agricultor muito inteligente assentado no município de São Felixo do Araguaia em Mato Grosso, foi vender farinha de mandioca sua e de seus parceiros na cidade. Entrou num supermercado e o dono já lhe foi negando, ele já comprava farinha vinda de Goiânia – a uma distância de quase mil quilômetros – muito mais em conta. Paulo argumentou: Se o senhor comprar a farinha de Goiânia, talvez economize um pouco agora, mas nunca mais verá o dinheiro que o senhor gastou. Já se comprar da minha farinha, eu moro aqui no município e sempre que precisar, virei comprar no seu mercado e o dinheiro que o senhor estará pagando pela minha farinha, mesmo que um pouco mais, retornará mais cedo ou mais tarde para o senhor. (mais…)

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