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Resenha

Estes últimos dias tem sido de bastante correria pra mim, mas aí resolvi requentar um texto enorme que escrevi em julho do ano passado enquanto lia a tese de livre docência do Ariovaldo Umbelino de Oliveira, professor aposentado da USP e expoente da geografia agrária. É uma resenha (ou seria Leia mais…

Por mairataqui, atrás
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Agrotóxicos que matam mais que mato

Mata-mato, Roundup, glifosato. Os nomes são muitos para o principal defensivo agrícola utilizado no Brasil e no mundo. Defensivo foi um nome bonito inventado para não assustar os consumidores que compram esse veneno que mata qualquer planta. Mas sendo um veneno tóxico usado na agricultura, melhor chamar de agrotóxico. Seu Leia mais…

Por mairataqui, atrás
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Seis dos onze

O Assentamento (?) Elizabeth Teixeira tem sido o caminho de, tem estado transeunte entre a reforma e o agrário; vida em agrarianismo, gerúndio sem dicionário: agrariando… Sem-terras semi-instalados em terra que não tem papel, sem-terra e sem-papel, sem o estável da formalidade, genuína quasidade… Quasidade é um modo específico de Leia mais…

Por Marcelo Vaz Pupo, atrás
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Olhares imagéticos

Os textos analíticos da vida camponesa nos sugerem [45]: desde a práxis intelectual e política de autores russos do século XIX até as sistematizações de experiências contemporâneas, vimos preenchidos de multiplicidades no existir – a expressão camponesa investigada transmite-nos modos de vida onde o saber acumulado tem sido um aliado Leia mais…

Por Marcelo Vaz Pupo, atrás
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Percepção (d)e ciência

“Cidades imaginárias, o Brasil é menos urbano do que se calcula” [17]. Este título traz duas significações, uma de ordem subjetiva em que se verifica o imaginário rural eclipsado pelo urbano, e outro de ordem político-econômica que faz pensar o modelo de desenvolvimento que direciona as políticas públicas e as Leia mais…

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Talhar sentidos

Casa invadida, casa ocupada. E inundados, temos que, necessariamente, fazer escolhas – também acadêmicas. Travessias, pensamentos, leituras, (re)encontros… Encharca-se nossa própria cristalização e permanência… Subverte-se (mixando nossas identidades) o tempo, o som, o pulso do que nos seduz e repulsa. Apropriamo-nos do caldeirão ditador de receitas científicas, mas ensaiamos experimentais Leia mais…

Por Marcelo Vaz Pupo, atrás
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Identitas

Se existe uma irrefreável procura por algo real certamente não o encontraremos senão pela instabilidade do encontro com o outro. Mas o que desta alteridade camponesa, histórica ou contemporânea, atrai e faz gravitar sobre ela? Polêmica e divergência em torno da definição conceitual de campesinato, agricultura familiar, pequena produção, são Leia mais…

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Som do Tempo

uma insubmissão a qualquer forma de monarquia ontológica... O curta-metragem de Petrus Cariry, O Som do Tempo, ajuda-nos a pensar a insubmissão que uma ontologia campesina haveria de ter em relação às forças de sobrecodificação. Suas imagens, ao se referenciarem no cotidiano de Dona Maria, reforçam as linhas de pensamento Leia mais…

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Campesinidade transitória

Em particular, é o olhar pro mundo das pessoas do meio rural que a eles me conecta, agricultores e agricultoras que ao se organizarem expressam uma humanidade (um projeto civilizatório?) com força política que nos apresenta outra possibilidade de vir a ser. Em referência à época de meus próprios trabalhos Leia mais…

Por Marcelo Vaz Pupo, atrás
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Encontros

Entre os atos, fatos ditos nas minhas telas, algo subsiste por um contínuo que transpassa… os próprios atos, os próprios fatos. Mas de outra camada, de outra tessitura. Ditam palavras: escritas faladas. Falácias. Fazem piadas: frias, insensatas. Nem uns, nem outras, boca calada. Todo dia na rima enxada-madrugada. Subsiste. Persiste. Leia mais…

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