Poesia

Odara camponesa

Quem és tu, camponesa, que caminho fazes? rosto, expressão, tua face de ínfimos detalhes… parece pouco? pequenos… que anúncios fazem? sabes, porém, que mais baixo talvez seja, — intensidade — infinito mais fundo cada derradeiro minuto, — latifúndio — traz de volta solidão, tumulto e a veste camponesa, retecida e organizada, desfaz vozearia, ceiva Leia mais…

Por Marcelo Vaz Pupo, atrás
Poesia

Boiada

Por Maíra Ribeiro Sempre ouvi histórias de vaqueiros nas músicas, novelas, cordéis vaqueiro o homem só homem sujo solto no mundo A virilidade concentrada nas gotas de suor que lhe caem baixo o sol do meio dia logo viram lama de poeira Sempre ouvi histórias de vaqueiros e – apesar Leia mais…

Por Marcelo Vaz Pupo, atrás
Poesia

(cons)ciência de que?

Entre os atos, fatos ditos nas minhas telas, algo subsiste por um contínuo que transpassa… os próprios atos, os próprios fatos. Mas de outra camada, de outra tessitura. Ditam palavras: escritas faladas. Falácias. Fazem piadas: frias, insensatas. Nem uns, nem outras, boca calada. Todo dia na rima enxada-madrugada. Subsiste. Persiste. Leia mais…

Por Marcelo Vaz Pupo, atrás
Poesia

A Coisa Útil

(Reynaldo Jardim, Brasil, 1926-2011) (viaEupassarin) Um fruto (ou mesmo o pão) é útil à proporção que alimenta. A couve-flor (ou mesmo o ar) é bela porque germina. Assim o trigo e o canavial, o café e o porto, a mulher e o tempo. Sementes de gordos horizontes. Comei deste poema Leia mais…

Por Marcelo Vaz Pupo, atrás