Poesia

(cons)ciência de que?

Entre os atos, fatos ditos nas minhas telas, algo subsiste por um contínuo que transpassa… os próprios atos, os próprios fatos. Mas de outra camada, de outra tessitura. Ditam palavras: escritas faladas. Falácias. Fazem piadas: frias, insensatas. Nem uns, nem outras, boca calada. Todo dia na rima enxada-madrugada. Subsiste. Persiste. Leia mais…

Por Marcelo Vaz Pupo, atrás
Poesia

A Coisa Útil

(Reynaldo Jardim, Brasil, 1926-2011) (viaEupassarin) Um fruto (ou mesmo o pão) é útil à proporção que alimenta. A couve-flor (ou mesmo o ar) é bela porque germina. Assim o trigo e o canavial, o café e o porto, a mulher e o tempo. Sementes de gordos horizontes. Comei deste poema Leia mais…

Por Marcelo Vaz Pupo, atrás
Vida acadêmica

sobre arrozes

Semana passada um coordenador de área da Capes deu uma palestra sobre os cursos interdisciplinares de pós-graduação no Brasil… para poupar comentários meus sobre a apresentação, colo aqui o de uma amiga, a Bruna, que também assistiu-a: discurso vazio, cruel, velho, vencido, acabado... Mas enfim, ao final do dia, além Leia mais…

Por Marcelo Vaz Pupo, atrás
Vida acadêmica

produção acadêmica

Vida de acadêmico é assim, alguém lá na Capes decide que qualidade é quantidade produtiva e aí todo mundo fica correndo atrás de publicar. No nosso caso, produzir é escrever, então até que a gente tome conta das agências de fomento, vamos equilibrando qualidade x quantidade. Escolhi alguns eventos para Leia mais…

Por Marcelo Vaz Pupo, atrás