Odara camponesa

Quem és tu, camponesa, que caminho fazes? rosto, expressão, tua face de ínfimos detalhes… parece pouco? pequenos… que anúncios fazem? sabes, porém, que mais baixo talvez seja, — intensidade — infinito mais fundo cada derradeiro minuto, — latifúndio — traz de volta solidão, tumulto e a veste camponesa, retecida e organizada, desfaz vozearia, ceiva Leia mais…

Chegada hora?

Pesquisa no programa de Mestrado em Divulgação Científica e Cultural, Labjor/IEL Unicamp. Bolsa da CAPES. [O texto completo em pdf da dissertação pode ser acessado aqui.] Banca de Defesa da Dissertação – 14 fevereiro 2014: Antônio Carlos R. de Amorim (orientador) Susana Oliveira Dias Leandro Belinaso Guimarães Carolina Cantarino Rodrigues Leia mais…

Imagens em tempo deslocadas

Como pensar o “apalpar de letras”? E elas, espacializadas em órbitas extrapautadas passam a co-habitar aquele abrigo de velho-miúdo pertencente, desconseguidas de permanecerem aquietadas nos cadernos de Kindzu. Onde, afinal, repousam as palavras? seriam elas que, habitando aquele machimbombo, despregariam do sono a terra agora tornada sonâmbula? Letra e terra Leia mais…

Moradores da Floresta

Pedro Castelo Branco Silveira* Publicado na Revista Coletiva O Brasil é um país florestal e de dimensões continentais onde há muita gente morando nas florestas que ainda restam. Essas pessoas, como afirma o antropólogo Eduardo Viveiros de Castro, são caracterizadas não por serem passivamente adaptadas à floresta, mas por terem Leia mais…